RICARDO GUILHERME
Ricardo Guilherme nasceu em Fortaleza, em 1955.
Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 15 de abril de 2025, sendo saudado pelo acadêmico Carlos Augusto Viana. Ocupa a vaga deixada por Noemi Elisa Soriano Aderaldo, cadeira número 33, cujo patrono é Rodolfo Teófilo.
Ocuparam a mesma cadeira: Antônio Sales, Tomás Pompeu Filho, Perboyre e Silva, Otacílio Colares e Noemi Elisa Soriano Aderaldo.
É jornalista, professor da Universidade Federal do Ceará, com experiência de palestras em diversas universidades da Europa, da África, da América Central e da América do Norte.
Representante do Brasil em inúmeros festivais mundiais de teatro e congressos internacionais de encenação e dramaturgia.
Especialista em Comunicação Social, reconhecido como Notório Saber em curso de pós-graduação da Universidade de Brasília.
Historiador, com livros sobre a história do teatro cearense, premiado pelo Ministério da Cultura, nos anos 1970, por seu trabalho de pesquisador.
Contista, cronista e poeta, um dos fundadores da Televisão Educativa do Ceará (hoje TVC) e da Rádio Universitária.
Roteirista de cinema e TV.
Ex-vice-presidente da Federação Estadual de Teatro.
Criador do Museu Cearense de Teatro (1975, atual Centro de Pesquisa em Teatro/UFC) e organizador do Museu dos Teatros de Estudantes do Brasil, criado por Paschoal Carlos Magno (1977).
Ator, dramaturgo e diretor teatral, com uma teatrografia de mais de duzentos espetáculos realizados, em cinco décadas de atividade, numa trajetória nacional e internacional.
Diretor Cultural da Academia Fortalezense de Letras, membro e ex-Presidente da Academia de Literatura e Artes do Nordeste.
